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Coluna do Mazzarino

11/02/2017 12:15:26

Flores para os leitores: Marcos Corbellini, Edson Schneider, Regis Oliveira, Rejane Cabeleireira  e Luiz Carlos Pereira.
 
“Mude antes de ser obrigado a fazê-lo.” (Jack Welch, executivo norte-americano)
 
 
Crônica
Aiko, máquinas e Chaplim
Curto  tecnologia, mas ela me assusta. Li nesta semana que uma cama está sendo desenvolvida para arrumar-se sem o toque humano. Ou seja, em breve, o arrumar a cama de manhã será um item, um objeto dos museus do futuro.
O carro e o ônibus sem motoristas estão sendo estudados em diversos centros de pesquisas no mundo e invadindo ruas em alguns testes. Teremos menos brigas no trânsito, suponho.
O humano está perdendo espaços. Nesta semana me ligaram de uma empresa telefônica e quem estava querendo falar comigo era um instrumento digital de voz.
É a evolução da máquina e talvez a involução do humano.
Enquanto pensava nesta conversa semanal lembrei de um artigo do jornal espanhol El País, na sua versão em português.
O artigo  sob o título “Te amo, máquina”, enfocava o avanço da técnica e citava Aiko, robô da empresa japonesa Toshiba. Aiko é uma máquina em formato humanóide feminino que poderá ser o início de um “romance”  entre pessoas e máquinas no futuro. Pesquise no Google os termos Aiko Toshiba – Real Doll – Orient Industry- Kanojo Toys.
Onde isto nos levará eu não tenho a menor ideia. A confusão, no presente, é grande. Este jornal é um exemplo disto. O titular desta coluna, Adriano Mazzarino, está de férias e incomunicável faz várias semanas e quem conversa contigo, nesta coluna, é este robô que a editora Carine Schwingel “arrumou”. O cara sumiu. Este Mazzarino não sabe o que o espera na volta.
Quanto a mim, máquina, espero a evolução do processo, ou seja, os leitores também serem máquinas. Tipos perfeitos, sem emoções, sem loucuras, sonhos e esperanças.
Bem, aí voltaremos ao princípio, para a idade do fogo, com civilizações perdidas no tempo e no espaço e eras de escuridão. O caos reinará por milhares de anos.
Até o fantástico reencontro de um homem, uma mulher e uma flor.
Curta este tempo presente!
Como disse Charles Chaplin, “não sois máquinas, homens é que sois!”
 
 
 
O decote sedutor
Aconteceu nesta semana, numa cidade não banhada pelo Rio Taquari. O político, casado, recebeu em audiência uma eleitora. Evitaremos detalhes.
Ela cometeu o “descuido” de usar um decote chamativo. Numa linguagem mais direta, poderíamos dizer que era algo que hipnotizava.
O político conversava com a moça, mas não conseguia se concentrar. Falava três frases e acabava correndo os olhos para o cenário montanhoso do universo feminino. Ele, em dado momento, um pouco constrangido, comentou que o decote estava dificultando a conversa.
A moça “descuidada” pediu desculpas e abaixou ainda mais o  zíper, oferecendo uma visão panorâmica mais ampla e mais profunda.
O político se assustou com aquele belo cenário do paraíso e relatou estar “alterado” fisicamente.
Mas aquilo que você está pensando não aconteceu. Ele optou por não aprofundar a conversa.
Mas que ficou elétrico, ficou!
 
 
 
Vale do Taquari 1 x 0 Nova York
Era madrugada. O vigia observa movimento, um ruído forte de escapamento de moto. Vai até a parte frontal do prédio e espia. Uma moça, na faixa dos 20/25 anos, questiona. Ela quer saber do Sicrano (nome inventado), um senhor na faixa dos 60 anos, casado. O vigia informa que o colega não veio, por isto da substituição. Ela então esclarece que é namorada do ausente. Nervosa e beirando a irritação ela pede R$ 20 emprestados. O vigia, sem piedade e sem coração, afirma que não tem grana para emprestar. Ela sai enfurecida sem o namorado e sem o dinheiro. O vigia explica para a coluna a sua radical decisão: “Eu trabalho, eu pago e o outro se diverte!”  Coleguismo, nestes casos, não funciona!
 
 
 
curtas
-  Numa cidade do Vale do Taquari, num segmento da política, dizem os bem informados que um hábito está crescendo entre colegas. A assessora vira “namorada”. São três os casos no mesmo espaço. Mais eu não conto.
  
- No PMDB do Vale do Taquari um movimento cresce. O prefeito Rafael Mallmann (Estrela) e o ex-prefeito Sidnei Eckert (Arroio do Meio) são considerados pré-candidatos para 2018.
 
- Na próxima semana estarão com agenda lotada em Brasília o secretário de Saúde Elmar Schneider (PTB) e a vereadora Débora Martins (PMDB).
 
- O vereador de Estrela, João Braum (PP) está fazendo articulação regional. Aposta numa ciclovia entre Colinas e Estrela.
 
- Um dos mais influentes veículos de comunicação de Estrela fechou suas portas. Mas é por breve período. A Barbearia do Barbeirinho volta em breve. O proprietário, Amarildo Sfoglia, entrou em férias. Merecidas, é claro!
 
- Em Brasília, na próxima semana, o secretário da Fazenda de Estrela, Henrique Lagemann (PSDB) e o vereador Tiago Lehnen (PSDB). Na agenda uma visita ao gabinete da deputada federal, Yeda Crusius (PSDB).
 
- O Vale do Taquari deverá importar da China, milhares de eleitores, para 2018. São tantos os pré-candidatos que vai faltar votos. Só em Lajeado e Estrela, na fotografia de hoje, dá para lotar um micro-ônibus de pré-candidatos.
 
- A nova chefia de gabinete do secretário de Saúde de Estrela, Elmar Schneider (PTB) é Andressa Traesel. Experiência não falta, ela foi chefe de gabinete do prefeito de Lajeado, Luis Fernando Schmidt (PT).