Polícia

Fermento na economia

17/05/2013 - Polícia

Centro de pesquisa e inteligência de novos produtos escolheu Estrela/ Frederico Sehn / O Informativo

 

Estrela vive o “boom” do desenvolvimento econômico

 

Para a Administração Municipal, o atual período que passa Estrela a faz ser a  “bola da vez” no desenvolvimento econômico. Dotada de terras fartas e disponíveis, logística, mão de obra qualificada e oportunidade de crescimento, a cidade reluz na cena regional como o El Dourado para o investimento empresarial. Do fim do ano de 2012 até o aniversário, foram contabilizados R$ 95 milhões em investimentos e novos empregos. Estrela está em ebulição e na vitrina do Vale do Taquari e Estado como o lugar para se investir. Ao soprar a 137ª de velinha do bolo de aniversário, a comunidade tem bons motivos para comemorar. 

 

 

Camera: R$ 45 milhões e biodiesel/ Novembro 2012

 

O diretor-presidente da Camera, Vanoli Kist, e o governador Tarso Genro, desenharam um novo futuro para Estrela. No gabinete do chefe do Executivo, em 14 de novembro de 2012, foi firmado um protocolo de intenções entre a indústria e o governo para incentivo fiscal aos R$ 44,5 milhões de investimento na construção da fábrica de metilato de sódio – já anunciada – e a unidade que produzirá biodiesel na região. O investimento representa a criação de uma nova cadeia produtiva no Vale do Taquari, qualificando mão de obra e criando um novo ciclo industrial. 

 

O investimento será para duas plantas industriais:  uma usina de biodiesel e uma fábrica de metilato de sódio, o catalisador usado na produção de biodiesel. “As obras deverão iniciar em dezembro de 2012 e ser concluídas em setembro de 2013”, explica Vanoli Kist. Na geração de empregos, estima-se 72 novos postos diretos, nos quais a média salarial será de R$ 1,7 mil. A previsão é que a fábrica de metilato de sódio entre em operação em setembro de 2013. A unidade de biodiesel, até o fim do ano. 

 

 

650 mil litros por dia 

 

A fábrica de biodiesel terá capacidade de produção de 650 mil de litros de combustível por dia e fará parte do Parque Industrial de Estrela, formado pela fábrica de processamento de soja já existente, e em operação desde 2010 e pela nova fábrica de metilato de sódio. A primeira usina de biodiesel do Vale do Taquari foi desenhada para atender o novo marco regulatório do biodiesel, que deverá elevar a mistura do produto ao óleo diesel mineral dos atuais 5% para 20% até 2020.

 

 

Água: empresário anuncia fábrica de água mineral/ Janeiro 2013

 

No dia 16 de janeiro de 2013, o tabelião Sérgio Afonso Manica anunciava ao prefeito Rafael Mallmann que iria montar uma fábrica de água mineral na cidade. O estrelense que há 18 anos instalou seu cartório de notas em Porto Alegre, traz os filhos para terra natal. Eles vão tirar dela água – o ouro líquido do futuro – das terras da família, localizadas sobre o Aquífero Guarani. Com a finalização dos projetos estruturais, obras estão previstas para começar ainda no primeiro semestre de 2013. 

 

Serão R$ 6 milhões empregados em uma moderna planta fabril instalada no Bairro Imigrantes. O tabelião Sérgio Afonso Manica vai retirar do subsolo o novo produto de Estrela: água mineral. A família tem propriedades na área por onde passa a reserva de água. Para o empresário, investir em Estrela é uma forma de retribuir o orgulho de ter nascido na Princesa do Vale. 

 

 

Brasilata: Centro de inteligência e pesquisa, mais R$ 25 milhões/ Abril 2013

 

Em um processo que iniciou em 2012, a Brasilata começa uma metamorfose em Estrela. Do meio de vigas e concretos emerge o novo centro de pesquisa e desenvolvimento (CPD) da indústria especializada em embalagens de metal. O investimento total é de R$ 25 milhões. O ganho é a médio prazo. Indústria trará ao município profissionais de alto gabarito e coloca Estrela na “inteligência” nacional da companhia que tem plantas no Sudeste brasileiro. 

 

Em poucas palavras, o diretor da divisão química da Brasilata, José Maria Granço, define o investimento na ampliação da fábrica de Estrela. A inteligência em inovações da empresa será concentrada em Estrela. Granço explica que o posicionamento da Brasilata neste momento é centralizar o núcleo de pesquisas no Rio Grande do Sul – no caso – Estrela. 

 

 

Tangará Foods: R$ 19,8 milhões em laticínios/ Abril 2013

 

No dia 10 de abril, a nova direção da Tangará Foods anunciava um “plus” nos laticínios de Estrela. Um investimento de R$ 19,8 milhões que será devolvido pelo Estado em partes à empresa, com descontos sistêmicos no valor do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS). O plano de expansão será implantado em cinco anos. 

 

A direção da Tangará Foods produzirá leite em pó, composto lácteo, leite condensado e creme de leite para o país. A empresa quer duplicar o faturamento até 2017. Em 2012, somou R$ 172 milhões. Com a ampliação, a meta é atingir a marca dos R$ 335 milhões,praticamente o dobro, neste período.

 

 

Aumento da qualidade de vida

 

O que as empresas comprovam na hora de investir, é sentido na pele pelos estrelenses. Em dez anos, os índices de educação, saúde, salário e renda subiram 20% no município. 

 

Esse crescimento acima da média regional (15%) se traduz em qualidade de vida. Atendimento à saúde e educação básica e a melhoria nos salários com maior oferta de emprego são explicações para o desenvolvimento socioeconômico. 

 

O levantamento é fruto de um estudo detalhado da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Sistema Firjan). 

 

Anualmente, os 5,5 mil municípios brasileiros são avaliados. Em 2010, Estrela assumiu a 4ª colocação no Vale do Taquari e 22ª posição no Estado. Dos 496 municípios, Estrela está entre os 25 melhores para se viver. Em 2010, Estrela era nota 0,8206 – desenvolvimento moderado a alto. 

 

Para o presidente da Câmara Comércio Indústria e Serviços de Estrela (Cacis), Henrique Purper, o salto no desenvolvimento deve-se da arrecadação municipal. Segundo ele, em oito anos a Prefeitura triplicou sua renda. Isso se deve a instalação de novas indústrias, crescimento do mercado de bens e serviços e melhores salários. 

 

Nesse crescimento as empresas que se instalaram no município, no setor de vestuário, embalagens e processamento de grãos qualificaram a mão de obra e elevaram o ganho salarial.

 

 

Emprego cresce 55% em um ano

 

Os números do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) revelam uma nova Estrela surgindo no Vale do Taquari. Em meio a retração do mercado de trabalho, que de 2011 para 2012 cresceu apenas 13% na média geral regional, o município criou, em dois anos, 503 novas vagas de trabalho. Praticamente todos os setores empregadores tiveram elevação, mas o destaque ficou na construção civil. No saldo de admitidos e demitidos, no dia 31 de dezembro de 2012, sobraram 350 empregados. O crescimento global é de 55 pontos percentuais entre o acumulado de 2011 e o resultado final de 2012. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Brasil (Caged), e mostram que a carreira de erguer a cidade está em alta.  

 

 

Mão de obra

 

Uma parcela dos trabalhadores contratados em Estrela não atua no município. Segundo o Caged, existem 125 empreendedoras entre construtoras, incorporadoras e empresas menores que trabalham em projetos residenciais. Parte deles manda mão de obra para obras em outras regiões. Mas como os contratos são celebrados com estrelenses, dentro dos limites geográficos do município, entram na contabilidade de empregos de Estrela.

 


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