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Dia do Motorista: Conheça Ernani, o táxi da Rodoviária

20/07/2018 - Variedades

Créditos da matéria: Mariana Wermann

Com um sorriso no rosto, um aperto de mão firme e disposição que o taxista Ernani Ludwig, de 60 anos, recebe seus passageiros. “Eu trabalhava ali do lado, nas passagens, mas olhava e dizia que um dia seria taxista”, relembra o profissional que exerce a profissão há 38 anos.

Ludwig veio de Poço das Antas, onde era colono, e trabalhou como vendedor de passagens, onde surgiu a oportunidade de ser taxista, e garante: nunca passou pela cabeça fazer outra coisa. Em quase 40 anos de profissão, ele já transportou muitas pessoas, e conheceu vários lugares e histórias diferentes. Conta que o mais gratificante são todas as experiências que viveu, mas também fala que trabalhar no trânsito é estressante. “Eu gosto de estar rodeado de pessoas honestas, mas nem todo mundo tem o mesmo compromisso. Alguns dizem que vão pagar em um dia e nunca mais aparecem.”


Segurança
O taxista conta que já foi vítima de assalto e que, por isso, se protege. “Tenho uma cabine e acho que isso deveria ser obrigatório para todos. É pela nossa segurança”, afirma. Mesmo com o estresse do trânsito e a insegurança de trabalhar durante o dia e à noite, o profissional diz que, enquanto tiver saúde, vai trabalhar. Ludwig reclama da falta de união da categoria. “Isso é geral. Há um tempo tivemos reunião e foram só cinco ou seis.”


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