Estrela

Governo de Estrela dá início a projeto de inclusão de haitianos

Realizado pela Sedesth, em parceria com a Paróquia Santo Antônio, visa garantir os direitos e bem-estar das famílias no município

11/04/2019 - Estrela

Créditos da matéria: Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Estrela

Noega Senatus (30), está há cinco anos no Brasil e é um dos imigrantes que estão participando do Projeto de Inclusão Social dos Haitianos no município de Estrela, que teve início nesta terça-feira, dia 9. A iniciativa é do Governo Municipal, por meio da Secretaria do Desenvolvimento Social, Trabalho e Habitação (Sedesth), em parceria com a Paróquia Santo Antônio. Com formação em contabilidade e comunicação em seu país, Noega diz que veio para o Brasil para realizar seu sonho de trabalhar e seguir estudando. Participar do projeto, segundo ele, é uma oportunidade não só de aprender, buscando uma melhor colocação profissional – hoje trabalha numa fábrica de rações – mas também de auxiliar os conterrâneos que vieram para cá em busca de melhores oportunidades. 
 
O projeto é vinculado ao Cras Centro e terá atividades uma vez por semana, no antigo Cemai do Bairro Oriental, nas terças-feiras, das 13h30min às 16h, visando sempre desenvolver o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, entre outros. Grupos de até 15 pessoas vão realizar atividades que compreendem o aprendizado do português, costumes e cultura gaúcha e alemã, Estatuto da Criança e do Adolescente, legislação, educação financeira e artesanato, entre outras. Tudo para facilitar que os imigrantes tenham acesso aos seus direitos e possam garantir o bem-estar de suas famílias.
 
O início do curso contou com a presença do titular da Sedesth, José Itamar Alves, do pároco da Paróquia Santo Antônio, padre Neimar Schuster, equipe técnica e voluntários. "Nossa comunidade quer acolher vocês", frisou padre Neimar dirigindo-se ao grupo que participou do primeiro dia de atividades. O secretário Alves destacou a parceria com a Comunidade Católica, sempre com o objetivo de dar melhores condições de vida às famílias dos imigrantes. 
 
A coordenação do projeto é da assistente social Fernanda Stange, do Cras, e a equipe que vai atuar conta com a estagiária de Serviço Social Scheila da Silva, padre Lucas Weber e as voluntárias Glacy Maria Moraes Renner, Dalva Maria Porto e Maria Augusta Kretzmann. O atendimento aos imigrantes será de acordo com a demanda, inicialmente até o final do ano, podendo se retomado no próximo. 

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