Variedades

Os escritores ajudam a deixar o mundo melhor

20/07/2018 - Variedades

Créditos da matéria: Redação NG

Alexander Perandin Moreira sempre foi um devorador de livros. A paixão pelo mundo da ficção escrita fez dele também escritor, profissão que exerce em paralelo à carreira de professor e farmacêutico. Agora, no dia dedicado também aos escritores, ele explica que o dom da escrita transforma, e ajuda a fazer do mundo um lugar melhor.

“Eu sou escritor por paixão, não ganho dinheiro ainda com meus escritos. Claro que existem autores que vivem de seus escritos, mas no meu caso, é uma atividade que eu exerço como uma distração à correria do dia a dia”, revela Moreira.

Seu primeiro livro escrito, o “Pax Romana”, obra de ficção, foi impressa e paga do próprio bolso, no ano passado. O título lhe rendeu o acento 33, na Academia Literária do Vale do Taquari (Alivat) e a motivação para continuar. “Eu já tenho mais duas obras, para formar uma trilogia, uma reportando a um período de 30 anos antes, e o outro, 30 anos depois, do tempo fictício do meu primeiro livro”, revela.

Além das obras de ficção, Moreira gosta de contos. Estes, segundo ele, nascem ao acaso, durante o dia.        “Não sei como é o processo de criação dos demais, mas no meu caso, uma história acontece na minha cabeça ao longo do dia. Depois de escrevê-la, vem aquela sensação de dever cumprido, de alívio”, conta.

Moreira gosta de artes como um todo. Já foi chargista do jornal Nova Geração, entre os anos de 2008 a 2010. Desenha, pinta e escreve. “Este trabalho já inspira minha filha mais velha, que estuda artes visuais na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs). A mais nova também gosta de desenho, só que digital.”

 

Em qualquer plataforma

 

Sobre a escolha da filha mais nova, pelas artes gráficas digitais, Moreira conta que a figura do escritor jamais desaparecerá, mudará o jeito de ler e de distribuir os escritos. “Podemos ter livros de papel, em PDF, na Amazon, em aplicativos, ou até mesmo textos escritos no Facebook. O que muda é o local, mas o escritor é o agente por trás deste conteúdo.”  

Segundo Moreira, os colegas de profissão dele, os escritores, são cidadãos que marcham contra a corrente da maioria. Têm visão difusa do mundo, e fazem do ofício um elo entre os bons pensamentos, a fantasia e a necessidade de criar. “A gente sempre traz algo de novo para o mundo, e faz dele um lugar melhor”, complementa.


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