Esportes

Paulo Gustavo Sehn entre os 50 brasileiros que mais pedalaram

Estrelense percorreu 21,2 mil quilômetros

22/02/2019 - Esportes

O estrelense Paulo Gustavo Sehn, de 35 anos, integrante do Riders Estrela, figura entre os 50 brasileiros que mais pedalaram em 2018. O levantamento é da Strava, plataforma online mundial que registra as pedaladas e cria um ranking dos ciclistas. No total, o atleta pedalou 21,2 mil quilômetros no controle pessoal e 20,8 mil contabilizadas pelo aplicativo, cerca de 6 mil a mais que em 2017 nas atividades salvas como públicas.

“Logo após o término de uma atividade, a mesma é salva no perfil do atleta e ali podemos defini-la como privada, que são geralmente os trajetos como casa/trabalho, que não queremos que sejam públicos, por isso, o Strava leva em consideração só os 20,8 mil, mas fiz mais”, explica Sehn. Em média, foram 58,08 quilômetros pedalados diariamente durante todo o ano.

Entre as viagens mais longas, Sehn cita as idas a Porto Alegre, Farroupilha e Bento Gonçalves. “Faço pedais com ida, tour pela cidade e volta. Uma ida até a Arena do Grêmio levo cerca de 3h50min. Os maiores pedais que já fiz, no mesmo dia, ficam na faixa de 200 quilômetros”, destaca.

Já iniciando 2019, Sehn destaca que está focado para a participação na Copa MTB dos Vales, que tinha uma etapa marcada para o domingo. “Foi adiado o início. Mas, desde 1º de janeiro até então, já percorri 3.952 quilômetros, mais que o mesmo período de 2018”, afirma.

Bicicleta como meio de transporte

Sehn conta que utiliza a bicicleta em idas e vindas do trabalho e que os passeios mais longos são feitos durante o fim de semana. “Apenas 30 dias do ano não pedalei. Pratico a atividade tanto sozinho, quanto com os amigos, além de participar de eventos promovidos por outros grupos e competições”, comenta.

Além disso, ele compara que, em 2018, fez apenas 9 mil quilômetros de carro, e que, nos horários de pico, a bicicleta é o meio mais rápido entre Estrela e Lajeado. “Nos percursos urbanos, que possuem cerca de dez quilômetros, a bike é mais rápida”, destaca.

Pela saúde

A paixão pelas pedaladas iniciou quando Sehn tinha por volta de 14 anos. Depois, com o estudo, trabalho e outras atividades, a prática ficou de lado e retornou há aproximadamente quatro anos. “Quando voltei a pedalar eu pesava 107 kg. Emagreci 33kg, só pedalando. Depois fui descobrindo outros prazeres que a bike proporciona, como amizades, lugares incríveis, menos poluição e mais mobilidade urbana”, salienta. 


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